Quando Lúcia me contou que tinha ido ao cemitério, eu não acreditei. O que estava acontecendo com ela? Eu perguntei e ela não soube responder, ou não quis. Depois daquele surto, como ela diz, acho que ela perdeu uns neurônios, ou finge que perdeu, porque ela mesma, a pouco tempo atrás, me confessou que morria de medo de cemitério e que nem morta queria ser enterrada em um – tá bom, essa parte foi MUITO exagerada.
Enfim... Quando ela me perguntou se devia falar para a mãe dela, eu disse que achava melhor ela contar tudinho sem tirar nem pôr.
Na aula de matemática ela passou mal e até vomitou. A professora viu e ligou para mãe dela para avisar que Lúcia estava passando mal. O estranho?! É que ela nem me avisou nada. Dez minutos depois a mãe dela chegou toda preocupada... Aproveitei e falei para ela já contar tudo para a mãe dela, sobre o cemitério, sobre a escola e tudo o que havia acontecido.
Passei o intervalo da manhã com Karine, que também estava sozinha. Conversamos sobre tudo, até contei para ela que Lúcia gostava do Daniel.
O sinal toca e mais uma aula entediante começa.
No almoço, fui até a biblioteca, peguei um livro e sentei-me. Minutos depois, vi o professor Rogério entrar e ir para os fundos da biblioteca – cuja entrada de alunos é proibida – e vi um clarão que logo depois se apagou. Curiosa, coloquei o livro no lugar e tirei outro de minha mochila. Agarrada forte à ele, entrei escondida nos fundos e, sem andar muito me deparei com um pentagrama no chão. Meu susto não foi grande, mas não tinha muito idéia do que era. Sabia que era algum tipo de magia, se era obscura, eu não sei. Abri o livro e estava pronta para desfazer aquilo, mas algo me impediu.
Denise
Denise

tô amando a historia de vocês *-*
ResponderExcluirTa amando tanto q nem tá lendo +
Excluir:(
sério??
ResponderExcluir*-* :)